Fundadora e CEO

A Arquiteta da Governança Humana no Brasil

Fernanda Keid, Fundadora e CEO da Intersignum
De onde vem o nome

A origem de Intersignum

do latim inter (entre) + signum (sinal)

O nome não é decorativo — ele descreve exatamente o que a metodologia faz: atuar no espaço que existe entre os sinais emitidos pelo capital humano e os indicadores de governança corporativa, traduzindo riscos psicossociais invisíveis em dados estratégicos e acionáveis.

O logotipo carrega o mesmo princípio. O cérebro dividido simetricamente representa essa fronteira: de um lado, a vertente orgânica traduz o trabalho real — a vivência humana, com toda a sua imprevisibilidade; do outro, a vertente em circuito traduz o trabalho prescrito — as normas, os processos, a estrutura formal da organização. No centro, um ponto dourado marca o portal inter-signum: o exato local onde a intervenção estratégica acontece.

Governança Humanaconceito autoral

É esse mesmo espaço "entre" que dá nome ao conceito que desenvolvi e que nomeia toda a metodologia: Governança Humana — tratar o cuidado com as pessoas com o mesmo rigor, mensurabilidade e consequência jurídica de qualquer outro pilar de governança corporativa.

Navy — autoridade científica
Champagne Gold — valor da transformação
Símbolo Intersignum: cérebro dividido entre trabalho real e trabalho prescrito, unidos por um ponto dourado

Sou graduada em Administração e em Direito, com formação em Psicanálise, especialização em Direito Médico e da Saúde, pós-graduação em Bioética pela Faculdade de Medicina da USP e mestrado em Ciências da Saúde. Atualmente curso Psicologia, ampliando ainda mais essa base interdisciplinar.

Minha trajetória se construiu na convergência entre quatro campos que raramente dialogam de forma estruturada: o rigor normativo do Direito, a lógica de eficiência e resultado da Administração, a profundidade interpretativa da Psicanálise e da Psicodinâmica do Trabalho, e a exigência prática da gestão de pessoas. Essa combinação não é acadêmica por acaso — ela nasceu da constatação, ao longo de anos de atuação profissional, de que saúde mental no trabalho não pode ser tratada como tema de RH isolado, nem resolvida apenas com escuta ou acolhimento pontual: ela precisa ser lida como risco organizacional, com metodologia, evidência e consequência jurídica, do mesmo modo como qualquer outro risco corporativo relevante.

É a formação em Psicanálise e Psicodinâmica do Trabalho, em particular, que me permite ler o sofrimento no trabalho não como desvio individual a ser corrigido, mas como sintoma de uma organização que pode — e deve — ser transformada. E é a formação em Administração e Direito que traduz essa leitura em linguagem de governança, conformidade e resultado de negócio — a ponte que falta na maioria das abordagens de saúde mental corporativa, presas ou ao discurso clínico ou ao discurso puramente gerencial, sem que os dois se encontrem.

Da teoria à prática institucional

Por vários anos, atuei em posição de liderança em uma instituição pública de grande porte, onde concebi, implementei e coordenei uma iniciativa de saúde mental voltada ao cuidado de milhares de pessoas — formalizada institucionalmente e reconhecida como referência dentro do setor público. Essa experiência me permitiu testar, em escala real e em ambiente de alta exigência técnica, o que funciona (e o que não funciona) quando se tenta transformar boas intenções em governança efetiva: a diferença entre uma campanha de conscientização e uma mudança estrutural na organização do trabalho; entre um canal de denúncia que existe no papel e um canal em que as pessoas de fato confiam; entre liderança que fiscaliza metas e liderança que sustenta a saúde do time sem abrir mão de performance.

Esse trabalho me rendeu reconhecimento nacional: fui finalista do Vittude Awards 2025, na categoria Embaixadora de Saúde Mental — a primeira premiação de saúde mental do Brasil, tradicionalmente voltada a iniciativas do setor privado, o que tornou especialmente significativa a presença de uma representante do setor público entre as finalistas.

Por que a Intersignum

Decidi trazer para o setor privado o que aprendi construindo essa experiência no setor público: que saúde mental corporativa deixa de ser vulnerabilidade quando se torna sistema. A Intersignum nasce dessa convicção — e da leitura de que a atualização da NR-01 e a adesão à ISO 45003 não são apenas obrigação regulatória, mas oportunidade de transformar um passivo invisível em vantagem competitiva mensurável.

Minha atuação como consultora independente parte de metodologia própria, fundamentada cientificamente na Psicodinâmica do Trabalho de Christophe Dejours, nas exigências normativas da NR-01 e da ISO 45003, e em instrumentos diagnósticos validados internacionalmente, como o COPSOQ III.

O que me move

Acredito que cuidado e performance não competem entre si — competem apenas quando a saúde mental é tratada como benefício e não como governança. Meu trabalho é construir, com cada organização, a ponte entre essas duas coisas: ambientes onde a saúde psicológica é mensurável, a segurança psicológica é inegociável, e o alto desempenho é sustentável no longo prazo.

Nossas regras e valores

Princípios que guiam cada projeto

Conhecimento Aplicado

Metodologias embasadas cientificamente, aplicadas à realidade corporativa brasileira.

Cuidado Estratégico

Abordagem que transcende o indivíduo, transformando a cultura da empresa.

Governança Sólida

Alinhamento total com as normativas e melhores práticas ESG e ISO 45003.

Mensuráveis

Conversão de iniciativas de saúde em ROI, redução de absenteísmo e rotatividade.

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